O Efeito Placebo…

Enquanto fala-se do efeito placebo como sendo uma fraude, por outro lado, ele escancara o poder de cura da mente. Recentemente, descobriu-se o efeito nocebo, que fala dos efeitos colaterais de um tratamento inerte.

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E é por aí que o texto de hoje se discorre.

Assim, algumas conclusões podem nos levar a crer que tanto se cura pela medicação, quanto pela crença de que se está sendo medicado/curado.

Da mesma forma, então, podemos interpretar que os efeitos placebos, em outras práticas são igualmente valiosos.

Dessa maneira, conseguimos elencar que, independente da metodologia usada, é a mente crendo que o objetivo está sendo atingido que faz com que o sucesso ocorra.

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Enquanto algumas pessoas se sujeitam à inúmeras maneiras de mudança, tanto física, quanto mental, através de medicações, tratamentos espirituais ou através de técnicas de diversos tipos, outros, simplesmente tentam compreender que tais metodologias podem ser contestadas em suas aplicabilidades, e, é justamente nessa contestação que reside o início do fracasso.

Não quero aqui dizer que todos os métodos são comprovadamente eficazes e que tampouco possam estar sujeitos à exploração e à charlatanice. Apenas, ressalto o poder de convencimento das mentes que se sujeitam a tais tratamentos.

Sim, trata-se mais de convencer a pessoa de que ela está sendo curada, do que praticar tal cura. E é nisso que reside toda a diferença.

Portanto, em contrapartida, pode-se dizer que nenhum método será eficiente para quem não acredita que está sendo curado.

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Haverá quem diga que a tal “crença” ou, misturando-a ao conceito de fé religiosa, pode ser algo nocivo, pois transforma crentes em crédulos e, assim, vítimas de aproveitadores. Mas, igualmente, pode-se dizer que haverá quem, ainda assim, consiga suas curas através desses mesmos métodos “duvidosos”.

A comprovação, segue, erroneamente baseada na metodologia ou na técnica, enquanto, na verdade, ela reside na mente humana do tratado. Do paciente.

Tal qual pode-se acreditar que um objeto tenha poderes, e, assim, quem o porta está imune ao azar ou aos diversos males da vida, também pode-se valer de que esse mesmo objeto ou amuleto, seja um lembrete subliminar de que nada de ruim lhes irá ocorrer. E, assim, é muito provável, através das leis de atração e de alinhamento frequencial energético, que, de fato, nada ruim aconteça.

Esses objetos são “macros” (linguagem de computador), que contém uma composição mental-energética, transferida não necessariamente para o objeto, mas sim, para a mente, que é ativada com a lembrança ou o comando de “portar” tal objeto.

Da mesma forma, meditações, rituais ou qualquer outro tipo diverso de “programação” mental, irão atingir os objetivos que se propõem, à medida que aqueles que os praticam estejam convencidos de que serão bem sucedidos através desses métodos.

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Assim, algumas escolas de pensamento esotérico, ou mesmo físico, irão falar no poder criador de cada um. E, acreditamos, que a física quântica comprove tais situações.

Tesla já falava em energia eletromagnética-frequencial como sendo base de toda a matéria no universo. E, assim, acreditamos que a mente seja o principal catalisador disso tudo.

"Se você quiser descobrir os segredos do universo, pense sobre energia, frequência e vibração."

“Se você quiser descobrir os segredos do universo, pense sobre energia, frequência e vibração.”

 

Mas, da mesma forma que a mente pode acreditar na cura, ela pode, também, acreditar na doença. Ela pode se convencer de que está doente ou que seu corpo, mente, espírito, etc, padecem de algum mal.

Haverá quem aplique, igualmente, técnicas de convencimento para tal. Variando desde dogmas religiosos, passando por análises energéticas, kármicas ou quaisquer outros tipos de maneiras que façam com que a mente do atendido entenda e absorva o porquê ele padece de algum mal.

 

Notícias diárias, catástrofes naturais, iniquidades diversas, etc, geram uma aura de medo, onde a mente entenda que algo ruim está para lhe acontecer. Alguns convencem-se a ponto de realmente padecerem de algum mal. Ou, por acabarem vítimas de algum mal. Seja ele natural ou através de alguém. Um algoz.

Esse algoz pode ser, igualmente, de diversas matizes. Desde o dogmático, passando pela figura do anti (Satã, Loki, Hades ou qualquer um, dependendo da mitologia ou da crença), até mesmo entes familiares, pares sociais, a natureza, o governo, os alienígenas, a crise mundial, entre uma infinidade de outros cujos quais a mente consiga criar e se vincular.

Ao final, podemos concluir que é a mente quem se convence disso. E, enquanto houver a crença ou a descrença pairando em nossas mentes, a necessidade de compreensão, de entendimento e de conhecimento fará com que sejamos ativos em pesquisar e ponderar por nós mesmos.

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Apenas o nosso próprio entendimento é que ditará as normas pelas quais viveremos. Mesmo que o mundo diga o contrário, podemos simplesmente nos desvincular daquilo que acreditamos ser nocivo e nos conectar ao que acreditamos ser benéfico. Desde que, certamente, isso seja um conceito nosso. Jamais induzido ou manipulado por alguém. E, caso seja adquirido através de algum auxílio ou interferência de terceiros, é bom que nos certifiquemos da idoneidade da pessoa em questão. Pois, por mais bem-intencionada que a pessoa seja, ela pode, simplesmente, estar em defasagem de conhecimento para realmente propor uma ajuda completa. Ela, no máximo, será uma influência para que sua mente aceite ou não tal tratamento. Ou, para que rejeite tal proposta, pois entende-se que ela não seja a mais adequada para o momento.

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Notem que durante o texto, pode-se concluir que todos os tratamentos são bons para quem acredita que está sendo beneficiado por eles, tal qual pode ser nocivo, caso acredite-se que está sendo prejudicado por ele.

Da mesma forma, haverá quem acredite que o sofrimento, a dor, a angústia e o desespero, são caminhos para algum tipo de elevação. E, provavelmente também conseguirão por esse caminho. Mas, nada impede que o caminho seja igualmente calmo e tranquilo.

A resposta, como sempre, reside em nós. Em nossas mentes. Em nossas crenças.

alguem vai

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