Aparentar ou transparecer?

Quem realmente somos?

Quem você pensa que é?

Para esta segunda pergunta, tem um vídeo que acho ótimo:

Bem, o que eu acho que somos, eu escrevi em posts anteriores. E, para relembrar, concordo com a teoria do “Todos somos um”

Mas, o que realmente somos é o que realmente externamos?

Você mostra aos outros quem você realmente é?

Você emana sua essência?

Ok, ok, emanar essência… vamos ao amansa:

e.ma.nar
v. Tr. ind. 1. Originar-se, proceder, provir, sair de. 2. Desprender-se, disseminar-se em partículas sutis.

“Disseminar-se em partículas sutis”… interessante… notem que as pistas estão por aí…

es.sên.cia
s. f. 1. Natureza íntima das coisas; aquilo que faz que uma coisa seja o que é, ou que lhe dá a aparência dominante; aquilo que constitui a natureza de um objeto. 2. Existência no que ela tem de mais constitucional. 3. Significação especial. 4. Idéia principal. 5. Distintivo. 6. Líquido muito volátil e sem viscosidade.

Natureza íntima… aquilo que faz que uma coisa seja o que é; aquilo que constitui a natureza… muito, muito interessante…

Juntando os conceitos, podemos dizer que seria algo mais ou menos como você compartilhar suas partículas com o Todo… o que você doa energeticamente de si? Isso é compatível com o que você está tentando aparentar?

Complicado, não? De fato…

Quem aqui não sorriu cinicamente enquanto tinha vontade de esganar aquela infeliz criatura que tirou você do sério? Pois é aí que eu me refiro…

Um belo ato pode vir junto de uma péssima energia… a ação pode ser produtiva, mas, energeticamente vem envenenada…

Somos o que emanamos, não o que aparentamos. O velho ditado do “quem vê cara não vê coração” refere-se a isso. E não simplesmente no intuito de dizer que algumas caras de anjo podem ser extremamente más, mas, simplesmente porque nem sempre para ser mau, tem-se que praticar más ações.

Explico:

você pode distribuir comida aos pobres, certo? E isso é bom, certo? Mas, você pode fazer isso em troca de votos em uma eleição, por exemplo… e isso é certo?

Ou, você pode criticar duramente uma pessoa, ser ríspida com ela até, mas, visando seu engrandecimento pessoal (de fato). E aí?

Certamente poderíamos relativizar sobre o que é menos pior ou melhorzinho… mas, como disse, relativizar é o ato de enrolar uma situação, simplesmente.

Exemplo? Claro…

“Ele rouba, mas faz…”; “Ah, ele roubou muito mais do que eu…”; “Eu apenas sou estelionatário, nunca matei ou estuprei ninguém…”

Enfim, estamos abarrotados de exemplos… ou, iniquidades…

Você é a mesma pessoa em público e quando está só?

Façamos o teste:

Você entra numa sala cheia de gente e vê uma pilha de notas de R$100,00. Tantas notas que, se você pegasse uma ou algumas, ninguém notaria…

Agora, faça o mesmo teste imaginando a sala estivesse completamente vazia…

Tente dizer que esta foto é normal… não conseguiu? Nem eu…

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